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As frases, textos e reflexões que terminam em {Karoliny Leite } São de minha autoria ! :D

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Quando você se vai.

A gente sempre briga, as coisas só ficam perfeitas por um ou dois dias. Uma semana, ou mais... Sempre assim. Logo logo piora.
Aí eu grito, xingo, choro; Você grita, xinga e chora.
Eu digo não aguentar mais, digo querer abandonar o barco, em meio a tempestade. Você diz : Vá, então vá e não volte.
E eu peço a você que vá, que corra, e fuja de mim, e nunca mais volte, que me cansei dessa situação.
Aí deixamos de ser um casal, e tudo acaba, finalmente consegui por fim a tudo isso, a toda essa guerra.
E quando você se vai, eu prometo a mim, que vou mudar o cabelo, fumar dois maços de cigarro, e beber até cair. Usar roupas curtas, sair com aquelas péssimas pessoas.
Vou vou virar a noite na gandaia, me entregar a todos os caras, e no outro dia não me lembrarei do que aconteceu...
Quando você vira as costas, digo que passarei com outro em sua frente, e te farei chorar lembrando do que perdeu. Que te ligarei bêbada todas as noites, pra te deixar preocupado pensando: Quem fez isso fui eu?
Mas quando você se vai, mais rápido ainda você volta, e sempre volta, e sou feliz por isso.
Me agarra e bate a porta, e em um ou dois beijos, já esquecemos o que aconteceu.
Você sempre volta, porque eu nunca te mando embora, não com todas as palavras, não com verdade no que digo.
 Quando eu peço -Vá embora.- Meus olhos me entregam, e você sabe que o que eu quero dizer é. Vá, mas vê se volta!



(KAROLINY LEITE)

 

domingo, 1 de junho de 2014

É saudade, de tempos, cheiros, cores e vozes. É a falta de um certo abraço, uma certa bronca seguido do perfeito colo, e de um aprender não forçado, mas vivido, aquele aprender de ter observado, e absorvido. Não esse novo aprender, forçado, temido, e necessário.  Obrigatório. Que deixa um vazio, o vazio da experiência, porque a partir de agora, o tempo voa. Não há folga, não há desculpas pra certos erros, existe apenas a consequência. E essa saudade. É saudade de tempos, cheiros, cores e vozes... Saudade que não morre

(Karoliny Leite)

terça-feira, 25 de março de 2014

Família

Se eu pudesse, reviveria cada boa noite, e cada bom dia; Cada refeiçao com vocês. Reviveria a dor de cada bronca de cada confusão. Sentiria a raiva, a tormenta. E até e possivelmente sentir com mais prazer cada incomodo causado pelos gritos. Os gritos são as marcas que mais ficam, uma conversa a dois pode ser barulhenta, mas a seis, é barulho, é festa, é carnaval.
Queria poder rir ou me envergonhar de cada piada interna. Eu viveria, e revivia cada momento, porque até os ruins, são melhores com vocês. Laço de 3 cordas é difícil de quebrar. E se quebra o de seis? Nenhum momento é o mesmo, ou o riso tão feliz, assim como se divide o indivisível, a felicidade não se faz, nem se tem mais por completa. Porque quando sorrio, lembro que seus lábios deveriam acompanhar a forma do meu. E aquele momento será vivido a sós. Não acredito que possa existir no mundo, uma alegria q seja solitária. É pra isso que existe a família, pra dividir, compartilhar e criar momentos alegres. Sem um, o outro não existe. Sem família não há felicidade.


(Karoliny Leite)

terça-feira, 18 de março de 2014

Sou nós.

Seja eu, que serei vós. Seremos um, seremos nós. Sou eu, sou seu, és meu, sou de vós.  E juntos nos daremos nós, quando estivermos a sós.



(Karoliny Leite)

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Rotina

O bom, o belo e o essêncial, aquilo que você não poderia viver sem, pode facilmente ser alterado se sofrer o mal da rotina.
Aqueles sorrisos, aquele "eu te Amo" de sempre, pode depois de algum tempo não ter o mesmo significado.
Tudo que se faz porque virou costume, deixa de se tornar especial. Ver a mesma pessoa todo dia, acaba se tornando mais um "compromisso diário" do que algo que se  faz por sentir falta de alguém.
Se você nunca recebe flores, ficará feliz quando ganhar a primeira, porém se você sempre ganha flores, nao terá a mesma sensação quando recebê-la em ocasiões especiais.
A rotina quebra a magia, o encanto, a rotina aprisiona, torna fraco, sem sentido e sem amor o que fazemos.
O segredo de manter importante algo pelo qual você zela, tem carinho e se dedica pois o acha especial, é nunca fazê-lo da mesma forma. Um eu te amo dito todos os dias, pode ter certeza não tem o mesmo poder transformador de um eu te amo dito em um momento de saudade. Um momento especial.
A rotina torna certas atitudes um hábito, e algo que era prazeroso, se torna chato, desinteressante, e muitas coisas se esfriam, não haverá mais "Eu te Amo", noites perdidas, ou esforço por um sorriso.
Não deixe a rotina quebrar seus amores, suas paixões, seus valores. Quebre a rotina, e mantenha especial, aquilo que você tem como prioridade em manter na sua vida.






(Karoliny Leite.)

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Boneca

A boneca é simples, mas bela, boneca que atraí meninos e meninas.
Seus olhos fisgavam de longe, naquela vitrine simples. Os olhos da boneca, pediam para ser vistos de perto. A cor da sua boca, era difícil de acreditar, nascia a vontade de tocar.
A boneca dançava sozinha, sorria sozinha, a boneca exalava magia, pureza. Que boneca intrigante.
Num instante a pegaram, brincaram com ela, a jogaram pelos ares. E a boneca foi perdendo o brilho, o som, já não conseguia dançar. Não tinha nada mais de novo e interessante nela. O vestido limpo, foi se encardindo, e a boneca já não tinha os mesmos olhos e a mesma cor na boca. A jogaram no chão, e a boneca se quebrou.
Ela sentia falta de si mesmo, por mais que tentassem a concertar, havia marcas que não saía. A boneca gostava de ser admirada, olhada, e pensava em um dia ser tocada, mas por mão cuidadosas, que a deixaria cada vez mais bela.
Agora a boneca tinha medo de qualquer contato, pois não sabia qual poderia prejudicá-la. E agradecia pelas marcas que ficaram, pois ninguém iria querer brincar novamente!
Até que mãos a recolheu, lhe deu vestidos novos, limpou seu rostinho de porcelana, arrumaram suas cordas, e ela voltou a dançar. E quando ela temia o que poderiam essas mãos fazer, foi guardada. E todos os dias, belos olhos a visitavam e a observava dançar.


(Karoliny Leite)