É saudade, de tempos, cheiros, cores e vozes. É a falta de um certo abraço, uma certa bronca seguido do perfeito colo, e de um aprender não forçado, mas vivido, aquele aprender de ter observado, e absorvido. Não esse novo aprender, forçado, temido, e necessário. Obrigatório. Que deixa um vazio, o vazio da experiência, porque a partir de agora, o tempo voa. Não há folga, não há desculpas pra certos erros, existe apenas a consequência. E essa saudade. É saudade de tempos, cheiros, cores e vozes... Saudade que não morre
(Karoliny Leite)
